Projeto Cabo Verde 2018

Projeto Cabo Verde 2018

O Projeto Cabo Verde

O Projeto Cabo Verde é um projeto de voluntariado internacional para a cooperação, desenvolvido por estudantes universitárias e jovens profissionais que terá lugar no Bairro de Fontón, na cidade da Praia, de 22 de julho a 2 de agosto de 2018.

Resulta da parceria entre várias associações portuguesas – a Fundação Maria Beatriz Lopes da Cunha, os Álamos, o Rampa Clube, a Cooperativa de Telheiras para a Promoção da Solidariedade e da Cultura, CRL e a Associação Cultural das Areias (Estoril) – em colaboração com a comunidade local caboverdiana.

A estratégia de intervenção abrange três pilares fundamentais do desenvolvimento social: educação e formação, saúde e ambiente.

Formação de Voluntárias – Lisboa

 

 

Seleção e formação de Voluntárias

Cerca de 200 inscrições foram recebidas através do site do Projeto Cabo Verde 2018  De março a junho, decorreu o processo de seleção e formação das 60 participantes provenientes de todo o país. As ações de formação tiveram lugar nas cidades de Braga, Porto, Coimbra e Lisboa.

 

 

Formação em S. Pedro de Sintra
Iniciativas de angariação de fundos

Simultaneamente, foram lançadas diversas iniciativas de angariação de donativos em dinheiro e géneros de modo a suportar as despesas do Projeto e a suscitar a solidariedade com a população-alvo. Destacamos as campanhas “Mochilas Solidárias” e “Famílias ajudam Famílias” que conseguiram mobilizar famílias e escolas de todo o país com o objetivo, respetivamente, de dotar crianças caboverdianas com material escolar básico e oferecer cabazes de alimentos.

Em junho, partiu de Aveiro um contentor com o material angariado.

 
Outras formas de colaborar com o PCV 2018

Ainda é possível colaborar enviando donativos para a conta com o IBAN PT50 0033 0000 45356061221 05

Todos os donativos para o Projeto Cabo Verde 2018 gozam de benefícios fiscais nos termos do disposto na alínea b) do n.º 1 do artigo 63º e da alínea c) do n.º 1 do artigo 62º-B, do Estatuto dos Benefícios Fiscais.

 

Campos de Trabalho CORTA FOGO SOLIDÁRIO

Campos de Trabalho CORTA FOGO SOLIDÁRIO

No âmbito do Corta Fogo Solidário, para além do socorro monetário e em espécie às vítimas identificadas, a Fundação Maria Beatriz Lopes da Cunha propõe-se fomentar a realização de campos de trabalho voluntário nas zonas afetadas, por parte dos beneficiários do Clube Colina e de outras entidades que se associem à Plataforma.

Esta é uma forma muito concreta de prestar um apoio  de proximidade às vítimas e de proporcionar ocasiões de exercício da solidariedade e serviço aos jovens e menos jovens que pretendem estar ao lado das famílias atingidas pelo fogo.


Durante as férias de verão de 2018, estão previstos diversos Campos de Trabalho em zonas afetadas pelos incêndios, nomeadamente:

  • Freguesia de Serpins – Lousã
  • Freguesia de Mouraz – Tondela
  • Freguesia de Alvoco das Várzeas – Oliveira do Hospital

Campos de Trabalho na freguesia de Serpins – Lousã
23 de novembro 2017

Com o apoio do  Presidente da Junta de Freguesia de Serpins, Sr. João Pereira, do chefe do Agrupamento de Escuteiros,  o Sr. Carlos,  e com o Eng. Florestal Marco, foi identificada a Vila de Serpins como ponto de desenvolvimento de ações de voluntariado.

Um grupo de alunas do 9º ano de escolaridade do Colégio Mira Rio, em Lisboa, iniciou um projeto de voluntariado prestando uma manhã de animação no Centro de Dia local, sob a Direção Técnica da Dr.ª Helena Vidal.

Durante a tarde, desenvolveram trabalho orientado pela Junta de Freguesia no armazém de recolha dos bens doados para as vítimas dos incêndios.

 

7 a 10 de dezembro de 2017

Do Clube dos Arcos, de Coimbra, vieram 10 voluntárias com o objetivo de pintar muros na freguesia, apagando assim alguns estragos e memórias dos incêndios. Iniciaram os trabalhos no dia 8, após a Missa matinal. Um funcionário da Junta de Freguesia ensinou-as a preparar as tintas e a utilizar trinchas e pincéis. A inexperiência notou-se rapidamente na tinta que apareceu nas caras, na roupa e nos cabelos. Um muro ficou pintado durante a manhã e à tarde um outro, ainda mais alto e comprido.

Durante o trabalho, os transeuntes iam-se aproximando e conversando: contaram histórias dos dias dos incêndios, agradeciam aquele trabalho. Houve quem trouxesse chocolates para as jovens pintoras.

No final, uma das voluntárias testemunhou: “Como sempre, quem pensa que vem dar recebe muito mais. A paisagem aqui é desoladora: tudo está cinzento, preto, queimado, estragado, destruído. Pintámos cerca de 80 metros de muro. E rematou em jeito de conclusão: “Que é isso em todas as aldeias e vilas que foram afetadas? Muito pouco… mas tenho consciência que a entrega do tempo, das dores nos braços e nas mãos, do frio, das circunstâncias menos cómodas valeram muito a pena”.

Jornal “Trevim” 7/12/17
Jornal “A Voz de Serpins”
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
16 a 20 de Dezembro de 2017

No fim de semana prévio ao Natal, foi a vez de 10 associadas do Clube Monte Alegre (Montemor-o-Novo). Terminaram os trabalhos de pintura e remodelação e ajudaram os idosos na organização da sua festa de Natal.


Campo de Trabalho na freguesia de Espinho – Mangualde
17 a 20 de dezembro de 2017

16 estudantes do Ensino Secundário e Universitário que frequentam o Clube Colina (Braga) aproveitaram as suas férias e dedicaram o seu tempo a outros projetos de solidariedade: participar numa ação de voluntariado com o objetivo de reflorestar um terreno baldio da freguesia de Espinho com 2.500 árvores e visitar as vítimas dos incêndios.

O Clube Colina associou-se à iniciativa Terra de Esperança, promovida pela ANEFA e pela GALP, para obter as árvores necessárias e angariou donativos de ferramentas (enxadas, luvas, etc) para o efeito. Este material foi depois doado a agricultores afetados pelo fogo da zona de Tondela.

O presidente da Junta de Freguesia de Espinho reconheceu a importância do trabalho de todos os voluntários num pequeno ato no local. Esta ação de voluntariado foi registada em reportagens da SIC e do Porto Canal, no dia 19 de Dezembro.


Campo Trabalho na freguesia de Alvoco das Várzeas – Oliveira do Hospital
18 a 20 de Dezembro de 2017

Em Oliveira do Hospital, freguesia de Alvoco das Várzeas, 9 estudantes do  Rampa Clube (Porto) participaram num programa de voluntariado que incluía a limpeza de valetas das estradas e a visita a idosos.

 

 

 

 


Campos de Trabalho em Seia e Viseu
16 a 20 de dezembro de 2017

À cidade de Viseu e com o apoio logístico do Clube do Moinho, chegou um grupo de estudantes do 3º ciclo do Ensino Básico do Clube 7+ (Lisboa) que, com a colaboração da Caritas Diocesana de Viseu, se ocupou da separação de bens doados ao centro local.

Por sua vez, 9 voluntárias da Residência da Rotunda (Porto), para além de fazer trabalho voluntário na preparação da Feira de Natal da Caritas de Viseu, dirigiram-se a S. Romão – Seia onde, na Casa de Santa Isabel, realizaram ações limpeza e recolha de folhas de nogueiras, apanha de medronhos e plantação de medronheiros juntamente com os utentes desta instituição de apoio a pessoas com necessidades especiais.

 

CORTA FOGO SOLIDÁRIO – Apoios às Vítimas

CORTA FOGO SOLIDÁRIO – Apoios às Vítimas

O objetivo da Plataforma criada pela Fundação Maria Beatriz Lopes da Cunha  é contribuir para que as vítimas dos incêndios voltem o mais depressa possível ao estilo de vida que tinham anteriormente.

O projeto da FMBLC destina-se a procurar bens duráveis, essenciais para a vida de qualquer família e ajudar no investimento necessário para que as pessoas voltem às suas casas e trabalhos.

 

 


Pedidos recebidos e a satisfazer

 

 

 

 

 

 

 

Nota: Os produtos farmacêuticos serão encomendados à farmácia local, de acordo com a prescrição médica, e enviados ao doente.

A Plataforma Corta Fogo Solidário só poderá atender estes e outros pedidos à medida que forem referenciados no terreno, encaminhadas as situações e que sejam recebidos os donativos e bens necessários. Todas as ajudas são bem vindas. Bem hajam!


Apoio a Apicultores de Tondela

Entre as vítimas dos incêndios estão também muitos animais e seus proprietários. As abelhas sobreviventes nos vários apiários, durante os próximos seis meses, não terão flores suficientes para se alimentarem e produzirem mel. A solução para para este problema é fornecer-lhes melaço. Um quilo de açúcar misturado com água significa dois litros de substrato.  500 colmeias precisarão de 2,8 toneladas de açúcar.

Por essa razão, foi iniciada uma campanha de recolha e distribuição imediata de açúcar pelos apicultores referenciados no concelho de Tondela.

 

 
Testemunhos:

Missão cumprida☺
Os 100kg de açúcar que recolhemos no consultório viajaram domingo até Aguiar da Beira onde me encontrei com as minhas amigas, promotoras da iniciativa. Foram entregues ao sr. A. M., apicultor de Borralhal, Tondela, para que as suas colmeias sobrevivam ao inverno na paisagem negra e queimada que nos entristeceu ver…foi com olhos marejados de lágrimas que o sr. A.M. nos contou como tantas colmeias arderam nos fogos e como até agora nenhuma ajuda chegou à grande parte dos apicultores. É preciso ajudar no terreno, diretamente a quem necessita…
Deixo-vos as fotos e o meu obrigada especial a todos vós que me ajudaram nesta recolha . Hoje voltei de ❤ cheio. Bem hajam meus amigos.

 I. M. (Seixal)

Boa Tarde

Recebi com todo o carinho e gratidão a vossa dádiva, pois sem ela muitas colmeias não iam sobreviver.

Sou um apicultor que tinha aproximadamente 700 colmeias. No espaço de poucas horas, arderam 570 colmeias , barracões, armazém e muitas outras coisas. Ficou a nossa casa e toda a minha família, que é o bem mais importante que temos na vida. Toda esta situação quase nos levou ao desespero, pois é um negócio de família e para uma vida. Tivemos semanas muito difíceis, quase nos levou a desistir do sonho.  

Mas as ajudas individuais anónimas começaram a chegar. Nesse momento a poeira começou a baixar. Ao sentir essa onda de solidariedade, não podíamos ir abaixo. Estavam do outro lado amigos que lutavam para que isso não acontecesse.

Quero agradecer do fundo do nosso coração ao movimento “Corta Fogo Solidário” da Fundação Maria Beatriz Lopes da Cunha. Um bem haja a todos os professores, funcionários e pais que fizeram com que esta grande ajuda fosse uma realidade. Guardo os maiores agradecimentos para todos os meninos e meninas da Fundação*, pois foram eles com a sua vontade e querer, ternura e bondade e ensinamentos de ajudar os outros que levaram este projeto para a frente. Para estes meus grandes heróis, um beijo do tamanho do mundo e tudo de bom para todos. 

Amigos, um grande abraço e muito obrigados. 

Atentamente,

V. P. (Tondela)                                                                         

                                                                                            (*Colégio Horizonte)


Nota:  Recebemos informação que o Grupo RAR disponibilizou ajuda, através da oferta de 20 toneladas de melaço, para este mesmo fim. Este apoio está a ser centralizado e coordenado entre a FNAP e as associações de apicultores a quem estes poderão recorrer.


CORTA FOGO SOLIDÁRIO – Plataforma de Apoio às Vítimas dos Incêndios

CORTA FOGO SOLIDÁRIO – Plataforma de Apoio às Vítimas dos Incêndios
Foto: Paulo Novais/Lusa

Não basta a consternação pelas vítimas dos incêndios!

Os sentimentos devem mobilizar-nos à ação.

São muitas as famílias vítimas do fogo que enfrentam agora dificuldades sérias para recomeçar as suas vidas, sem os recursos que perderam.

A Fundação Maria Beatriz Lopes da Cunha lança a campanha CORTA FOGO SOLIDÁRIO para que a ajuda a estas pessoas chegue, de facto e de forma célere, aos seus destinatários.

CONTRIBUA E DIVULGUE! MOBILIZE E MOBILIZE-SE!


O projeto Corta Fogo Solidário

O projeto Corta Fogo Solidário é uma iniciativa privada de apoio às vitimas dos incêndios de 15 de outubro de 2017. Nasce do desejo de não ficarmos parados ante um sofrimento de quem nos é tão próximo.

Perante esta situação de calamidade, com particular incidência na zona Centro, a Fundação Maria Beatriz Lopes da Cunha, a partir do Clube Colina e de um Comité de Ação com elementos provenientes das áreas afetadas, decidiu implementar uma Plataforma de Apoio às Vítimas dos Incêndios 2017.

Na foto, os elementos do Comité de Ação: Maria Helena Sobral, Maria dos Anjos Matias e Joana Faure, acompanhadas por Maria do Céu Lopes (Presidente do Conselho de Administração da FMBLC) e Marta  Faria (assessora).

Ao conceber este projeto, procurámos ter em atenção dois princípios:

 

  1. A nossa intervenção prevê-se de médio prazo, uma vez que as necessidades imediatas já foram satisfeitas, de modo excelente e extremamente solidário, por outros organismos. O objetivo não é simplesmente ajudar à sobrevivência, mas contribuir para que as vítimas dos incêndios voltem o mais depressa possível ao estilo de vida que tinham anteriormente. Deste modo, o projeto da FMBLC destina-se a procurar bens duráveis, essenciais para a vida de qualquer família, e ajudar no investimento necessário para que as pessoas voltem às suas casas e seus trabalhos.

  2. Tendo em conta as dúvidas de tantas pessoas que contribuíram para fundos de apoio às vítimas, estabelecemos    um     sistema de comunicação e ação que parte sempre de uma necessidade concreta, identificada por uma pessoa no terreno. Para esse efeito, pedimos ajuda aos amigos da Fundação e a quem quiser ajudar.

 

O seguinte organigrama ilustra o modo como os projetos são sujeitos a candidatura e geridos através da rede de contactos da FMBLC.

Organigrama de Ação

Projetos em Curso

Apoios às Vítimas
Campos de Trabalho

 

 

 

 

 

 


Na primeira pessoa

Vivo na cidade de Braga, perto do Monte de Santa Marta, a caminho do Sameiro. Temos cinco filhos, com idades entre os 1 e 9 anos. No dia 15 de outubro de 2017, pelas 18.30h, fui ao quarto dos miúdos e já vi o incêndio a descer pela encosta de forma galopante. O meu marido não estava e, confiante na atuação dos bombeiros, resolvi começar a preparar os banhos das crianças, enquanto vigiava o fogo pela janela.

De repente, o vento virou para o nosso lado e começaram a chover fagulhas como se fosse fogo-de-artifício. Interrompi o banho, agarrei nos meus filhos e fui para casa dos meus sogros que vivem a 800m. Mas o fogo já vinha também a descer o monte da Falperra, a cerca de 1 km, num remoinho de cinzas e faúlhas. Saímos de casa, nós e os vizinhos, mas a polícia tinha cortado o trânsito. Não tínhamos como fugir!!!

Graças a Deus, pelas 22.00h, os bombeiros vieram e conseguiram controlar o fogo a cerca de 400m das moradias. Entretanto, com a ajuda dos vizinhos, regámos as madeiras das casas, os quintais, apanhámos as folhas… À uma da manhã, o incêndio foi considerado extinto.

No domingo seguinte, correspondendo ao sentimento de todos, o nosso pároco celebrou uma Missa de Ação de Graças pela proteção que recebemos nesse dia tão trágico para tantos portugueses.

Marta Torres

(Vogal do Conselho de Administração da FMBLC)


Projeto Cabo Verde 2017

Projeto Cabo Verde 2017

O Projet15896215_588007951394680_5798623400159278766_oo Cabo Verde (PCV) é um projeto de voluntariado internacional para a cooperação, desenvolvido por estudantes universitárias e jovens profissionais.

Resulta da parceria entre várias associações portuguesas – a Fundação Maria Beatriz Lopes da Cunha, os Álamos, o Rampa Clube, a Cooperativa de Telheiras para a Promoção da Solidariedade e da Cultura, CRL e a Associação Cultural das Areias (Estoril) – em colaboração com a comunidade local cabo-verdiana.

A estratégia de intervenção abrange três pilares fundamentais do desenvolvimento social: educação e formação, saúde e ambiente. A intervenção no terreno, em 2017, efetivou-se de 25 de julho a 13 de agosto e decorreu no bairro do Fonton, na cidade da Praia.

Os objetivos globais e específicos do Projeto pretenderam dar um contributo para fazer dos beneficiários os protagonistas do seu próprio desenvolvimento e, complementarmente, apostar na formação das voluntárias, valorizando a iniciativa de cada uma e proporcionando uma oportunidade de treinar, ganhar e aperfeiçoar competências.

Com o intuito de maximizar o impacto do PCV e potenciar a sua intervenção, foi estabelecida uma relação muito próxima com a comunidade local, nomeadamente o Centro de Intervenção Comunitária de Fonton.

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“A Cultura do Encontro” – ação de formação

“A Cultura do Encontro” – ação de formação
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“Não olhar apenas, mas ver; não ouvir apenas, mas escutar; não só cruzar-se com os outros, mas parar! (Papa Francisco)

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O mundo contemporâneo desafia-nos a construir uma Cultura do Encontro que vença a Cultura da Indiferença. Encontro consigo mesmo, na família, nas relações sociais, no trabalho e no descanso, com os mais desfavorecidos, com o transcendente.

A Fundação Maria Beatriz Lopes da Cunha apoia uma ação de formação com a duração de dois dias, dirigida a um público-alvo adulto, que incluirá conferências, palestras e workshops subordinados a este tema.

Esta ação de formação teve lugar nos dias 12 e 13 de novembro de 2016,  em S. Pedro de Sintra.

“A Cultura do Cuidado” – ações de formação

 

Cuidar da casaSem título comum, cuidar da família, cuidar dos que sofrem, cuidar da interioridade na era digital, cuidar da imagem pessoal  são temas de reflexão que se podem resumir no conceito de “A Cultura do Cuidado”.

A Fundação Maria Beatriz Lopes da Cunha decidiu implementar duas ações de formação subordinadas a este tema, a nível nacional, dirigidas a um público-alvo adulto.

A primeira ação de formação teve lugar nos dias 14 e 15 de novembro de 2015, em Arcozelo, Vila Nova de Gaia, com 34 participantes, e a segunda, em 28 e 29 do mesmo mês, em S. Pedro de Sintra, tendo assistido 40 pessoas.

Foram oradores a Profª. Doutora Maria José Pinto Cantista da Fonseca, a Dra. Flora Adelaide de Abreu Teixeira e Costa, a Dra. Paula Maria Alves Guedes, a Dra. Maria Isabel Vieira e o Rev. Dr. Gonçalo Portocarrero de Almada.

Apoio ao Projeto + Portugal – Fornos de Algodres 2015

IMG_9703A Fundação Maria Beatriz Lopes da Cunha decidiu apoiar o Projeto + Portugal – Fornos de Algodres 2015, através de uma parceria com a instituição Álamos – Associação Juvenil,  com sede na Alameda das Linhas de Torres, 35, em Lisboa (http://www.alamoslisboa.org).

O Projeto desenvolveu-se no terreno entre os dias 25 de julho e 1 de agosto de 2015, para um público-alvo constituído pelos seguintes grupos: 9 crianças entre os 6 e os 12 anos, 30 utentes do Centro de Atividades Ocupacionais, 25 utentes do Lar do Ramirão e  do Centro de Saúde de Fornos de Algodres.

Os Álamos, que integram a EURN (European University Residence Network), foram responsáveis pela implementação e coordenação deste Projeto.

A Fundação Maria Beatriz Lopes da Cunha promoveu, através de duas das suas formadoras da área da Educação Personalizada, 3 ações de formação dirigidas a 20 voluntárias universitárias, no âmbito da preparação específica para as ações a desenvolver no âmbito deste projeto, a saber:

 

  • 21 de julho – Sessão de formação para as voluntárias de Lisboa: preparação das atividades a realizar no terreno – Formadora: – Dra Nina Ayres Pereira
  • 25 de julho: Workshop “Projeto + Portugal: um desafio pessoal” – Formadora: Dra Nina Ayres Pereira
  • 26 de julho: Conferência “Os outros e eu: a liberdade ao serviço da comunidade” – Formadora: Dra. Rita Raposo Vaz Rebordão, psicóloga