Dá o Clique

Dá o Clique
Quebrar o tabu: pornografia, uma nova droga

O Dá o Clique nasceu em 2021 com a missão de combater a pornografia online, divulgando informação sobre os efeitos nefastos do consumo de pornografia, disponibilizando recursos e ajuda terapêutica profissional para ajudar a preveni-lo. Trata-se de um projeto independente, sem fins lucrativos e sem qualquer conotação política ou religiosa, que a Fundação Maria Beatriz Lopes da Cunha decidiu apoiar.

A equipa responsável procura ainda reunir com os partidos com assento parlamentar com o objetivo de consciencializar os deputados para o problema que a pornografia online representa (em especial para os mais jovens) e para as importantes medidas que muitos países têm vindo a adotar para regular o ciberespaço e o acesso a estes conteúdos.

Dá o clique atua em três frentes:
Informação

Investigação e inquéritos próprios. Recolha de dados em primeira mão em escolas através de questionários presenciais e online de forma a garantir que os dados são fidedignos, depois de tratados e analisados.

Divulgação dos estudos e dados científicos. Utilização das melhores fontes, quase todas em língua inglesa, de forma a garantir o rigor da informação.

Relatos pessoais. Escuta de testemunhos relacionados com o impacto negativo da pornografia. Não é possível mudar uma cultura e uma maneira de pensar sem ouvir aqueles que realmente viveram esta situação de perto.

Recuperação

Disponibilização de recursos e aconselhamento online. Disponibilização de alternativas, para afirmar que a pornografia não é a solução a um problema e que é possível viver sem ela. Acesso a terapia profissional, online e presencial, graças a uma equipa de psicólogos e sexólogos.

Apoio de grupos e comunidades. É necessária uma resposta profissional, mas é imprescindível o acompanhamento na maioria dos casos.

Prevenção

Sessões, em centros educativos para adolescentes e respetivos pais e encarregados de educação.

Cursos para profissionais de saúde mental e educadores.

Colaborações com meios de comunicação social para falar abertamente da influência real que a pornografia tem na vida de adolescentes e adultos.

“O QUE É PRECISO PARA SER FELIZ?” – 21 E 22 DE JUNHO DE 2025

“O QUE É PRECISO PARA SER FELIZ?” – 21 E 22 DE JUNHO DE 2025

Nos dias 21 e 22 de junho de 2025, decorreu em Arcozelo, Vila Nova de Gaia, um evento sobre a Família destinado a mulheres e subordinado ao tema “O que é preciso para ser feliz?” .

Teve como oradores Mercedes Honrubia, do Gabinete de Orientação Pessoal e Familiar COINCIDIR, que proferiu a conferência “O acompanhamento pessoal e familiar. vidas e famílias felizes, mas não perfeitas”; Pedro Rosário, Doutor em Psicologia da Educação e Professor Catedrático da Universidade do Minho, com a intervenção “Procurar a felicidade, como e onde?”, com apresentação de Teresa Tomé Ribeiro (Doutora em Bioética) . Por sua vez, Dora Isabel Rosa, conhecida jornalista responsável pelas equipas e conteúdos da M80 e Smooth FM, moderou o workshop “Comunicar o ideal com abertura”.

Para além destas atividades, as participantes tiveram oportunidade de usufruir de momentos de trabalho em equipa, partilha de experiências, convívio e passeio.

Inauguração do Colina – Clube Juvenil e Centro Cultural

Inauguração do Colina – Clube Juvenil e Centro Cultural
Um dia de portas abertas

A inauguração da nova sede do Colina – Clube Juvenil e Centro Cultural em Gualtar, Braga, o projeto cultural mais relevante, até hoje, da Fundação Maria Beatriz Lopes da Cunha, em resposta a vontade expressa pela sua Fundadora, teve lugar no dia 14 de maio de 2022 com um dia de portas abertas às famílias, autoridades e a toda a comunidade envolvente.

Durante o dia, foi possível efetuar uma visita guiada às instalações e ao Clube Juvenil em atividade, apreciar um vídeo e um friso cronológico sobre a história do Clube, com as datas e fotografias dos acontecimentos mais significativos ao longo dos quase 50 anos de vida do Colina, em Braga.

Pelas 18.00h, foi a vez de receber a visita do Senhor Arcebispo Primaz de Braga, Dom José Cordeiro, o qual presidiu à sagração do altar do Oratório do Centro Cultural e concelebrou a Eucaristia com Mons. José Rafael Espírito Santo, vigário regional da Prelatura do Opus Dei.

D, José Cordeiro conversa com associadas do Clube Colina

Estiveram presentes, em representação dos órgãos sociais da Fundação Maria Beatriz Lopes da Cunha, a Dra. Maria do Céu Baptista Lopes, a Dra. Maria Lucília Salgado Baptista Vieira Martins, a Dra. Marta Isabel Maia Torres de Oliveira, a Dra. Maria Lúcia Quental de Aguiar e a Dra. Maria Alexandrina Coutinho Portela Cabral de Almeida; a Direção do Colina – Clube Juvenil e Centro Cultural: Dra. Susana Segura Padros, Eng. Maria Freitas do Amaral, Dra. Teresa Tato e Eng. Carla Carvalho e Ana Azevedo; o arquiteto António José Cerejeira Fontes e o Eng. João Miguel da Costa Almeida e Silva; as associadas, monitoras e suas famílias, antigas e atuais, outros colaboradores e individualidades.

De facto, o Clube Colina tem exercido a sua atividade desde 1974 e influenciado várias gerações da cidade de Braga e da região do Minho.

Registo fotográfico
Friso Cronológico da atividade do Clube Colina em Braga
Na imprensa:

Em Braga: O Colina – Clube Juvenil e Centro Cultural

Em Braga: O Colina – Clube Juvenil e Centro Cultural
Em Gualtar, a poucos minutos do Campus da Universidade do Minho

Parte do património da Fundação Maria Beatriz Lopes da Cunha consiste num prédio misto, doado pela Fundadora, Dra. Maria Beatriz Lopes da Cunha, situado na Rua da Igreja Nova, 81, em Gualtar, Braga, cidade com forte influência universitária no norte do país.

Nesse prédio, de acordo com a intenção da Fundadora, a Fundação iniciou, no ano de 2015, a construção de um edifício para instalar um centro de atividades culturais para a juventude, processo que se convencionou designar por “Projeto Colina – Construção e Implementação do Centro Cultural e Residência”.

O Living Lab da Fundação em Braga

Desde sempre foi preocupação da Fundação Maria Beatriz Lopes da Cunha que a infraestrutura a construir em Braga, bem como todas as que futuramente se vierem a edificar, tivessem uma clara e elevada taxa de utilização tirando partido de todas as valências oferecidas de uma forma permanente. O objetivo será que todas as unidades ou valências da Fundação sejam montras vivas – Living Labs – dos seus projetos, implementações reais dos conceitos de sustentabilidade para a Família, realizações animadas pela Juventude e o Serviço, onde se aplica a metodologia da Educação Personalizada.

Este centro, atualmente designado como Colina – Clube Juvenil e Centro Cultural, tem como fim a operacionalização das atividades da Fundação em Braga, nomeadamente a realização de múltiplas ações relacionadas com os seus eixos estratégicos, dirigidas a famílias e estudantes e com os seguintes objetivos:

  • a promoção do desenvolvimento das suas potencialidades humanas e sociais;
  • a melhoria da sua formação cultural, cívica, desportiva e artística;
  • o sentido social do trabalho individual e comunitário;
  • o melhor aproveitamento das suas capacidades intelectuais e manuais;
  • o preenchimento dos tempos livres, mediante uma recreação voltada não só para o agradável, mas também para o útil.

Para tanto, conta com a contribuição de personalidades ligadas à Universidade, à cultura, às artes e às ciências, procurando identificar o maior número possível de instituições e projetos de relevo de modo a estabelecer parcerias..

O Projeto Colina – Construção e Implementação do Centro Cultural e Residência
construção

Os projetos de arquitetura do edifício, da autoria do Arq. António Jorge Fontes, foram aprovados pela Câmara Municipal de Braga a 6 de outubro de 2015, com a denominação “Colina – Centro Cultural e Residência”. Os projetos de especialidades foram entregues a 28 de dezembro de 2015 e aprovados em 22 de agosto de 2016. Prepararam-se entretanto os cadernos de encargos que receberam aprovação em março de 2017. Foram efetuados convites à apresentação de propostas para adjudicação da obra a 13 empresas de construção civil.

A 29 de setembro de 2017, foi celebrado o contrato de empreitada do “Colina – Centro Cultural e Residência” e, a 2 de outubro, apresentado o requerimento de alvará de construção junto da Câmara Municipal de Braga, sendo este aprovado a 12 de dezembro.

A 22 de janeiro de 2018, a empresa QT Civil – Engenharia e Reabilitação S. A. iniciou oficialmente a construção do “Colina – Centro Cultural e Residência” cujos trabalhos, instalação e decoração foram concluídos no final do ano de 2020.

A inauguração oficial do Colina – Clube Juvenil e Centro Cultural teve lugar no dia 14 de maio de 2022.

O Colina – Clube Juvenil e Centro Cultural

O Colina – Clube Juvenil e Centro Cultural reconhece e acolhe a experiência de atividade cultural desenvolvida com a juventude pelo Clube Colina, que deu os seus primeiros passos em Braga, nos anos 70 do século XX, na Rua de S. Sebastião, nº 69 e, a partir de 1991, nas instalações da Rua de S. Gonçalo, nº 47.

No edifício construído na Rua da Igreja Nova , 81 – Gualtar, os recursos físicos disponíveis abrem novas potencialidades para o exercício da sua missão.

O Colina – Clube Juvenil e Centro Cultural (www.colina.pt) é dinamizado por uma equipa multidisciplinar que procura promover a contribuição ativa de todos os colaboradores e participantes nas suas atividades, de modo a que, com iniciativa, espírito de serviço e responsabilidade, sejam atores de melhoria e intervenção social.

O Clube Colina: Identidade e Estratégia

O Clube Colina (www.colina.pt), na sua vertente de Clube Juvenil, é um centro de atividades extracurriculares, cuja Missão é colaborar com os pais na tarefa educativa, complementando o papel da família e da escola. Os tempos livres têm uma notável transcendência educativa, pelo que se constituem como parte da construção de um projeto educativo familiar.

Tendo como Visão “Formar o Futuro”, o objetivo do Clube Colina consiste em dar ferramentas para que as associadas desenvolvam personalidades fortes e equilibradas, como estudantes responsáveis, profissionais competentes, e que percebam o seu papel insubstituível na família e na sociedade.

Os valores essenciais do Clube Colina são:

  • Integridade e coerência de vida
  • Amor à liberdade e responsabilidade pessoal
  • Trabalho de qualidade e trabalho como serviço
  • Prioridade da família e das relações interpessoais

No Clube Colina, tendo como foco a Formação da Personalidade de cada Associada, procura-se estimular as potencialidades e aptidões de cada uma, num processo de auto crescimento. Cada jovem recebe um acompanhamento personalizado de acordo com as suas necessidades, num ambiente de amizade e confiança recíprocas, sem qualquer discriminação por motivos sociais, raciais, políticos, religiosos ou outros. Valorizam-se as atividades associadas à cidadania e ao voluntariado e fomenta-se uma atitude proativa na resolução dos problemas da sociedade.

Leia Também:

XXV Olimpíadas Interclubes Colina (Braga Cidade Europeia do Desporto)

Seminário “O Impacto do Serviço” – Viseu

Seminário “O Impacto do Serviço” – Viseu

O Impacto do Serviço

O seminário “O Impacto do Serviço” realizou-se no dia 26 de maio de 2022, na Aula Magna do Instituto Politécnico de Viseu (IPV), com a presença de cerca de uma centena de alunos desta instituição e de algumas escolas profissionais da região Centro.

A sessão foi aberta pela Professora Helena Maria Vala Correia, vice-presidente do IPV, e pela Professora Maria do Céu Baptista Lopes, em representação da Fundação Maria Beatriz Lopes da Cunha (FMBLC), responsável pelo evento.

Este Seminário dirigiu-se fundamentalmente a académicos que pretendem dedicar-se a profissões onde o serviço às pessoas é essencial (Hotelaria, a Restauração, o Turismo, a Saúde…) ou seja, a profissionais “que transformam pessoas desde dentro, que procuram O BEM DA PESSOA”. Referindo-se aos objetivos do evento, a presidente do Conselho de Administração da FMBLC destacou que este tema se insere nos eixos estratégicos da Fundação e deu origem a sinergias de colaboração e reflexão.

Seguidamente, a Professora Cristina Barroco, Diretora do Curso de Turismo da Escola Superior de Tecnologia e Gestão de Viseu e moderadora da primeira mesa, reiterou a importância e pertinência do tema em debate e convidou o Dr. Tiago Gonçalves, Diretor da Pousada de Viseu, e o Chef Diogo Rocha, eleito “Chef do Ano” em 2020, a partilharem as suas experiências.

Ohana: Culture of Care , um conceito surpreendente: criar um ambiente de família, como forma de gerir as expectativas do cliente e dos colaboradores, foi o tema explorado pelo Dr. Tiago Gonçalves. Após uma “viagem” pelo Grupo Pestana de que fazem parte a Pousada de Viseu e a Pousada da Serra da Estrela , apresentadas como uma possibilidade de emprego para alguns dos participantes, salientou aspetos do serviço oferecido que contribuem para uma experiência de Ohana. Todos servimos, de algum modo. Todos oferecemos tempo, pormenores, atenção, experiências: a experiência de estar em casa, em família…

Por seu lado, o Chef Diogo Rocha, na sua intervenção sobre “O sentido e a necessidade de servir“, sublinhou a ideia de que todos servimos e mais meritoriamente ainda numa profissão cujo centro é a Pessoa.

Após o intervalo para o almoço, o enólogo Eng. João Cabral Almeida deu início à segunda sessão de trabalhos em que intervieram a Doutora Marta Lince de Faria, numa perspetiva filosófica, e a Dra. Teresa Sarmento, enquanto médica oncologista e especialista em cuidados paliativos, no Centro Hospitalar de Trás os Montes e Alto Douro.

Na sua intervenção sobre “Liderar pelo Serviço“, Marta Faria salientou que “o verdadeiro poder é o serviço”, o poder de transformar as pessoas, de as ativar, cativar desde dentro. O maior poder é o que ativa o maior bem. A maior riqueza está nas relações interpessoais. Quando sirvo, ajoelho-me diante da pessoa e levantamo-nos juntos. O serviço de que somos objeto recorda-nos que valemos muito; aquele que oferecemos manifesta a descoberta do valor do outro. Existe algo de gratuito no serviço. O ser humano não se esgota na satisfação de necessidades; orienta-se para fora, para o conhecimento, para a relação. Alguns paradoxos: vivemos numa cultura da imagem; verificamos uma necessidade de reconhecimento, de aprovação por parte dos outros. Simultaneamente, vivemos numa cultura da autonomia em que um ideal seria não precisar dos outros, uma utopia de um mundo onde o serviço não seria necessário, com o isolamento como consequência. O serviço é fonte de felicidade para quem serve e para quem é servido.

A Dra. Teresa Sarmento apresentou um testemunho muito forte sobre a sua experiência em doenças terminais e cuidados paliativos, começando por afirmar que “os corpos doem, mas as pessoas sofrem”. Que o seu serviço há de ser centrado no doente, em pessoas no seu estado mais frágil. Um estado em que as coisas importantes deixam de ter sentido e onde gestos pequenos, como sentar-se ao nível dos olhos, pegar na mão, mostrar uma foto…. , adquirem e dão valor. A empatia e a escuta, o estar verdadeiramente com o outro, plenamente presentes, é o que realmente importa. Lemas que norteiam as relações: “Faz o que deves e está no que fazes!” e “O sofrimento é intolerável quando ninguém se importa”.

O Seminário terminou com a excelente atuação da Orquestra de Sopros do Conservatório Regional de Música de Ferreirim, dirigida pelos Professores Paulo Fonseca e Nuno Bastos.

Galeria de Imagens

Conversas em Família – temas de educação

Conversas em Família – temas de educação

A Fundação Maria Beatriz Lopes da Cunha promove e apoia um ciclo de formação online em temas de educação e família para o qual conta com a participação de profissionais e casais experientes que poderão estabelecer um espaço de diálogo e interajuda em ambiente familiar.


A primeira sessão, com o tema “Educar na Ordem“, realizou-se a 5 de fevereiro de 2022 e contou com a participação de 26 pessoas de vários pontos do continente e da ilha da Madeira. Foi oradora a Dra. Rita Rebordão, de Lisboa, mãe, psicóloga educacional e formadora.

Bibliografia:

Isaacs, D. (2009). Virtudes Humanas – Educar e Avaliar. Lisboa: Diel.


A 5 de março, teve lugar a sessão Educar no Pudor, a cargo de Julie Machado Rodrigues, mãe, professora e teóloga. Participaram 38 pessoas de Portugal e Brasil.


A 2 de abril de 2022, Gisela Santos, de Braga, presidente da Associação Portuguesa de Síndrome de Tourette (APST), mãe de 4 filhos, sendo que 3 apresentam necessidades especiais, apresentou o seu testemunho na sessão Educar na Resiliência.





A 7 de maio de 2022, após dois anos de pandemia e em pleno conflito Rússia/Ucrânia, teve lugar a sessão “Educar em tempo de Guerra”, novamente a cargo da psicóloga educacional Rita Rebordão, de Lisboa.

As “Conversas em Família” terão lugar tendencialmente uma vez por mês, prevendo-se os seguintes temas:

  • Educar no Serviço
  • Educar na Amizade
  • Educar na Verdade
  • Educar na Era Digital
  • Educar na Beleza
  • Educar no Descanso
  • Educar no Uso do Dinheiro
  • etc, etc

Caso deseje ser contactado/a para outras “Conversas em Família”, queira preencher o seguinte formulário: