Projeto “Take Off” 2019 – Programa de Liderança e Empreendorismo para a Geração Z – Lisboa e Porto

Projeto “Take Off” 2019 – Programa de Liderança e Empreendorismo para a Geração Z – Lisboa e Porto
Projeto “Take Off”

“TAKE OFF” é um programa inovador de desenvolvimento de competências críticas (autorregulação, pensamento criativo, comunicação, resolução de problemas, resiliência) para o futuro da Geração Z – jovens dos 14 aos 18 anos de idade, coordenado pela formadora Paula Guedes.

Consiste numa viagem transformadora, em 4 etapas, que vai capacitar para pilotarem com sucesso as suas vidas (pessoal, académica e profissional), gerando impacto positivo nos outros. Integra módulos formativos (interativos e experienciais), mentoring e intervenções dos participantes no terreno (ações individuais ou em equipa, geradoras de uma mudança positiva).

Projeto V 365 – 21 a 27 de Julho 2019 – Lisboa

Projeto V 365 – 21 a 27 de Julho 2019 – Lisboa

Mais do que fazer voluntariado, é preciso aprender a ser voluntária

Um projeto de voluntariado PARA QUEM QUER MUDAR a vida daqueles que estão ao seu lado.

Empenhados, mas não comprometidos – é assim que muitos caracterizam a Geração Z: os jovens nascidos entre meados da década de 90 e 2010. São conhecidos pela sua preocupação social, ecológica e humanitária. Praticamente todos já estiveram envolvidos num projeto de voluntariado, até porque, muitas vezes, este é um requisito académico das instituições em que estudam. Mas que poderia fazer de um destes jovens um empreendedor social ou alguém seriamente comprometido com uma organização ou iniciativa social que precisa de voluntários?

Para dar resposta a estas questões, surgiu o V365.

O V 365 tem como objetivo capacitar jovens universitárias para promover iniciativas de apoio social com impacto nos seus lugares de residência. 

O V 365 resultou de uma parceria entre a Fundação Maria Beatriz Lopes da Cunha, a Cooperativa de Telheiras para a Promoção da Solidariedade e Cultura, C.R.L., a Fundação Maria Antónia Barreiro, Álamos – Associação Juvenil (Lisboa), a Associação Cultural das Areias (Estoril), o Clube dos Arcos (Coimbra) e o Rampa Clube (Porto).

Outras instituições da economia social tais como: Entrajuda, Amigos Improváveis, Emergência Social, Just a Change, Clínica de Cuidados Paliativos e Continuados S. João de Deus, BET 24 e MOVE associaram-se ao projeto V 365

7 dias para dar continuidade nos 365 dias do ano: 21 a 27 de Julho 2019 . 

Durante 7 dias, as voluntárias tiveram a possibilidade de colaborar com uma organização de apoio social consoante o seu perfil e áreas de interesse. Esta experiência foi uma ocasião para refletir acerca da importância de ser voluntário/a nos 365 dias do ano e não somente em ocasiões pontuais. 

Sessões de formação, testemunhos, conhecer outras iniciativas.
  • Tardes de formação com sessões sobre antropologia, empreendedorismo social, project managementtalks com empreendedores sociais, etc;
  • Serões de testemunhos reais com um autêntico impacto social;
  • Troca de experiências entre voluntárias e especialistas. 
Em Lisboa, para jovens universitárias.

Lisboa, tal como outras áreas metropolitanas, sofre de uma grande pobreza urbana. Por este motivo existe uma maior concentração e variedade de associações parceiras que atuam ao longo do ano e com as quais as voluntárias do projeto irão colaborar nestes dias.

Plano de formação V 365    
Parte 1: Introdução ao Voluntariado
  • Conceitos-chave e tipos de voluntariado
  • Características e valores inerentes à prática do voluntariado;
  • Importância do voluntariado para a sociedade;
  • Complexidade dos diferentes contextos de intervenção;
  • Voluntariado em Portugal (enquadramento legal/jurídico).
Parte 2: Ajudar pessoas
  • Questões éticas do voluntariado;
  • Direitos e deveres do voluntário;
  • Dignidade humana e Direitos humanos.
Parte 3: Ser voluntário
  • Princípios e atitudes do voluntário / competências transversais a desenvolver;
  • Que voluntário/a sou eu? (conhecer-se);
  • Comunicação e relacionamento / gestão emocional.
Parte 4: Um Projeto de Voluntariado
  • Noções de gestão de organizações sem fins lucrativos;
  • Gestão de tempo – faculdade/voluntariado, trabalho/voluntariado;
  • Trabalho em equipa:
    • Gestão de equipas
    • Organização de voluntários
    • Gestão de conflitos
  • Como dar vida a um projeto de voluntariado?
    • Identificação de âmbitos de intervenção: onde me vejo a ajudar
    • Objetivos do meu projeto: onde quero chegar?
    • Planeamento e organização
    • Recrutamento e formação de voluntários
Experiências

1.Como é que na mesma família há três irmãos que fundam três associações de voluntariado?

Esse foi o tema da conversa que o grupo pôde ter com a Maria Almeida e Brito, fundadora da Associação Amigos Improváveis. A Maria explicou: “o Lourenço começou com o Just a Change; eu, como irmã que vinha a seguir e que vi a associação do meu irmão crescer e que as coisas estavam a resultar, desafiei umas amigas a criar os Amigos Improváveis (AI) depois de uma Missão País e a Ritinha fundou, ainda no secundário, o Tu Podes”. Desafios, oportunidades e dificuldades, a Maria descreveu em detalhe o desenvolvimento dos AI. No final, ficou clara uma ideia pela voz de outra das pessoas da direção da associação AI, Maria Chambel Leitão: “de facto, a Maria tem esta vontade toda, teve esta ideia e os irmãos têm estas ideias incríveis, mas não é isto que cria um projeto. O que faz um projeto andar para a frente é uma equipa multidisciplinar. Todas as pessoas da direção dos AI são muito diferentes umas das outras, cada uma tem diferentes competências. Não temos que ser todos aquele que traz novas ideias, mas todos podemos ser empreendedores.”

2. Também Ana Margarida Marcos e João Freire de Andrade explicaram como nas várias etapas das suas vidas sempre estiveram envolvidos em atividades de voluntariado. O João, através do Colégio São João de Brito nos Campinácios e no apoio ao estudo no Pragal e a Ana Margarida, no Colégio Mira Rio e no Clube Darca. Ficaram dois conselhos: “sacrifício e animar”. (…) Há atividades em que as pessoas se sentem melhor, uma Missão País, por exemplo. Estas atividades são como uma boa sobremesa. O voluntariado de longo prazo é como o prato principal de uma refeição, mais nutritivo e menos saboroso. Mas uma refeição tem de tudo e o mesmo acontece com o voluntariado”.

3. Teresa Tato Lima (Porto, Filosofia) explicou: “Eu nunca tinha ido ao armazém do Banco Alimentar, só tinha participado em campanhas. Impressionou-me o clima geral de generosidade e de serviço. Aqui entra-se em contacto com toda uma filosofia de vida que consiste em querer melhorar sempre um bocadinho o estado de coisas com que nos encontramos. (…) No Banco Alimentar e na Entrajuda há um sentido de dignidade humana muito profundo em toda a atividade: quer a mais material quer a mais organizativa.”

4. Lúcia Gomes (Braga, Engenharia Têxtil) descobriu o aspeto divertido de ajudar os outros. “Nunca pensei que me pudesse divertir nem aprender tanto reabilitando uma casa. O senhor Zé, encarregado da obra, era exigente connosco e ao princípio um tanto desconfiado “destas meninas”. Mas depois percebeu que queríamos mesmo trabalhar a sério e começou a puxar por nós. A dona da casa que estávamos a reabilitar vinha todos os dias ver os trabalhos e falar connosco.Foi-nos perguntando de que é que nós gostávamos e, no último dia, organizámos um lanche com coca-colas, sumos, bolos, amendoins. Utilizámos como mesa o mesmo andaime que nos serviu para a obra, o senhor Zé ensinou-nos como é que se faz nas obras. Juntámo-nos os vários voluntários, rimo-nos, foi um momento de comunhão. Terminei todos os dias coberta de pó e muito cansada, mas cheia!”

5. Maria Lopes (Braga, Economia Social) esteve a ajudar na terapia ocupacional na Clínica São João de Deus e considerou que “é comovente ver como atividades e tarefas tão normais como fazer a barba, ou cozinhar refeições simples, podem ser objeto de uma terapia de recuperação. Aprendemos a olhar de maneira diferente para tudo, com uma visão mais profunda.”

6. E a experiência da fundadora da Emergência Social, que trocou uma carreira na área do Direito pela associação que fundou com o que viria a ser o seu marido, depois de se terem conhecido em Fátima a atender deficientes profundos! Hoje, na zona de Lisboa em que estão implantados, já não permitem que aconteça o que a fez voltar sempre, desde a primeira vez em que conheceu o bairro: que uma criança desmaiasse na escola, por não ter tomado o pequeno-almoço!

Shark Tank

No último dia, as participantes da atividade apresentaram possíveis projetos sociais num “Shark Tank”. O projeto vencedor consistiu em criar um projeto gémeo do V365 na Universidade do Minho: formar universitários para a consciência cívica e para a importância de serem empreendedores ao confrontar-se com problemas sociais, a partir do quotidiano e não apenas em períodos de férias.

UNIV Congress 2019 -“O poder transformador do trabalho”

UNIV Congress 2019 -“O poder transformador do trabalho”
O poder transformador do trabalho

Alguma vez te questionaste sobre o facto de os seres humanos terem mãos? Esta realidade pode parecer óbvia, mas não. No mundo natural, parece que existem espécies mais aptas, as aves possuem asas para voar, os peixes têm barbatanas que lhes permitem deslocar-se mais depressa; peles e penas oferecem proteção perante as dificuldades, instintos mais desenvolvidos, mecanismos de defesa que se ativam com facilidade perante os perigos. Pelo contrário, o ser humano aparece como especialmente vulnerável. Vulnerabilidade essa que pode ser a nossa maior fortaleza.

Graças à racionalidade criativa, o ser humano tem a capacidade de dominar o seu ambiente; pode construir asas para voar, desenhar o seu habitat, tecer o seu vestuário. Por isso, as mãos se transformam em protagonistas na construção do nosso mundo.

Com as mãos oferecemos atenção, estabelecemos relações, protegemos os outros, manifestamos com o seu movimento a nossa própria intimidade.

Humanizamos o mundo.

O UNIV Congress

O UNIV Congress é um congresso universitário internacional que se realiza durante a Semana Santa em Roma. Anualmente, define-se um tema para que os jovens participantes possam estudar e aprofundar um aspeto concreto da sociedade atual, e assim oferecer soluções para os diversos desafios que se apresentam. O UNIV nasceu em 1968 com o objetivo de permitir que todos os anos cerca de 3.000 jovens possam viver uma experiência de impacto profundo, onde nascem e crescem ideias, como consequência do contacto com o património cultural, espiritual e artístico que a cidade de Roma conserva.

Estudar, refletir, dialogar, interrogar, argumentar: atividades que estão no centro da vida universitária. Um dos desafios da universidade – além de oferecer una adequada formação técnica nas diversas disciplinas – é ajudar os estudantes a amadurecer sólidos hábitos de rigor intelectual e fazer com que sejam capazes de enfrentar as grandes questões da vida humana, do progresso científico e cultural, da religião, da economia e de muitos outros âmbitos.

Por outro lado, para se limitar à reflexão teórica, o UNIV Congress promove a criação de projetos com impacto na sociedade.
Com uma ampla variedade de modalidades – conferências, trabalhos de investigação, projetos sociais, vídeos, etc.- o UNIV Congress constitui uma plataforma flexível para a criatividade e iniciativa de professores e estudantes que provêm de diversas culturas.

Participaram cerca de 1000 jovens provenientes dos 5 continentes. Estiveram representados a República Checa, Polónia, Austrália, Estados Unidos, Croácia, Letónia e Lituânia, Suécia, Alemanha, Eslováquia, Espanha, Quénia, Porto Rico, Brasil, Chile, Uruguai, Argentina, Paraguai… num total de 33 países.

Formas de participação
  • Comunicações ao congresso
  • Projetos Sociais
  • Concurso de Debates
    • Opção 1: Conceito de trabalho – estamos num ponto de viragem comparável às revoluções industrial e neolítica?
    • Opção 2: Como deveria ser um trabalho que facilitasse à mulher ser mãe sem ser desvalorizada no mundo laboral?
A participação portuguesa em 2019

Em 2019, participaram 19 jovens universitárias de diversos pontos do país.

Atreve-te!!! Eis o tema para 2020

Fórum Internacional Incontro Romano 2019 -“O poder transformador do trabalho: o quotidiano deslumbra”

Fórum Internacional Incontro Romano 2019 -“O poder transformador do trabalho: o quotidiano deslumbra”
O Incontro Romano 2019

O Fórum Internacional Incontro Romano 2019, realizado na Cidade Eterna, de 14 a 21 de abril de 2019, propôs uma reflexão sobre a beleza e o serviço do trabalho. Uma visão do trabalho comprometida com o mundo tem a capacidade de descobrir o brilho de cada pormenor, a transcendência de cada ato de serviço que conforma o nosso trabalho profissional e a relevância do serviço à sociedade que representa. O quotidiano deslumbra.

O trabalho como foco de assombro e de criatividade importa de modo especial àquelas profissões mais ligadas ao serviço direto à pessoa: a enfermagem, a gastronomia, a decoração, a arquitetura …

O Incontro Romano

O Incontro Romano é uma iniciativa que cria espaços de reflexão, partilha de estudos, experiências criativas, iniciativas e projetos relacionados com um tema geral, atual e aberto, promovendo ações que centralizem a atenção na pessoa humana, fomentem a investigação interdisciplinar, a capacitação com excelência na área dos serviços pessoais e comunitários.

Modos de participação
  • Comunicação escrita
  • Projeto de empreendorismo social
  • Equipas de criatividade – (apresentação de aperitivos dirigidos a um público concreto)
Participação Portuguesa

Em 2019, Portugal foi representado por sete participantes que realizaram uma apresentação de aperitivos, no âmbito das Equipas de Criatividade, intitulada “Cantos de Portugal”.

Projeto Art of Living 2019

Projeto Art of Living 2019
O Projeto Art of Living – Portugal

O Projeto Art of Living – Portugal consiste numa competição anual e nacional entre equipas de jovens a partir dos 13 anos, cujo tema de fundo visa redescobrir e valorizar as necessidades elementares da pessoa: a alimentação, o vestuário, a saúde e a beleza, através do amor à arte e com arte, dedicação e carinho. O Projeto Art of Living oferece a possibilidade de adquirir competências para influir na sociedade e na família.

Projeto Art of Living – edição 2019

A edição de 2019 teve como objetivos primordiais fomentar capacidades e atitudes como o conhecimento próprio, aceitação da diferença, resiliência, observação e cuidado dos pormenores no trabalho.

O programa contou com temas a debate, conferências, visitas culturais e atividades de voluntariado, sob a orientação da formadora Cláudia Ghira Viana e responsáveis dos clubes participantes.

Provas a concurso

Prova 1: Primeiro o Ovo ou a Galinha?

  • Fazer doce de ovos e enfeitar um bolo
  • Fazer um ovo estrelado ou escalfado e apresentá-lo inserido numa receita
  • Fazer uma tortilha

Prova 2: Prova das Linhas

  • Coser 2 botões diferentes
  • Fazer uma bainha
  • Terminar um desenho que está iniciado, em ponto pé de flor
  • Transformar uma peça de roupa
Participantes

A Fase 1 contou com 15 participantes do Clube Campo Alegre – Galegos -Penafiel e do Clube 7+ – Lisboa.

Na Fase 2, participaram 22 jovens do Clube Fontainha – Prado, do Clube Espigueiro – Arcozelo – V. N. Gaia, do Clube Campo Alegre – Galegos – Penafiel e do Clube 7+ – Lisboa.

As participantes foram acompanhadas por duas equipas de monitoras e os elementos dos 2 júris de avaliação das provas.

Patrocínios

As Provas de Linhas receberam o patrocínio em espécie das empresas DMC e Mez Crafts Portugal, em concreto: kits de bordado, tecidos, linhas, bastidores e outro material de costura utilizado durante as provas e fazendo parte dos prémios distribuídos às participantes.

Estas provas e respetivo patrocínio tiveram como impacto a motivação das participantes para exercitar as artes da costura e bordado e demonstrar a sua criatividade. Os prémios – uma vez que continham kits de bordado que têm vindo a ser terminados – constituíram um incentivo a continuar a aplicar as competências adquiridas.

“Take Off” – Programa de Liderança para a Geração Z

“Take Off” – Programa de Liderança para a Geração Z
O Programa “Take Off”

O Programa“TAKE OFF” é um programa inovador de desenvolvimento de competências críticas (autorregulação, pensamento criativo, comunicação, resolução de problemas, resiliência) para o futuro da Geração Z – os jovens dos 15 aos 18 anos de idade, coordenado pela formadora Paula Guedes

Consiste numa viagem transformadora, em 4 etapas, que os vai capacitar para pilotarem com sucesso as suas vidas (pessoal, académica e profissional), gerando impacto positivo nos outros. Integra módulos formativos (interativos e experienciais), mentoring e intervenções dos participantes no terreno (ações individuais ou em equipa, geradoras de uma mudança positiva).

Primeira ação piloto

A Fundação Maria Beatriz Lopes da Cunha decidiu apoiar uma ação-piloto junto de 20 estudantes do ensino secundário, durante o ano letivo 2018/2019, em parceria com o Clube Darca, em Lisboa. Perante uma avaliação positiva do Programa, pretende estender esta iniciativa a outras cidades e entidades do país.

Que dizem as participantes?

Projeto Cabo Verde 2018

Projeto Cabo Verde
O Projeto Cabo Verde

A edição 2018 do  Projeto Cabo Verde, um projeto de voluntariado internacional para a cooperação, desenvolvido por estudantes universitárias e jovens profissionais  teve lugar no Bairro de Fontón, na cidade da Praia, de 22 de julho a 2 de agosto de 2018.

Resulta da parceria entre várias associações portuguesas – a Fundação Maria Beatriz Lopes da Cunha, a Cooperativa de Telheiras para a Promoção da Solidariedade e da Cultura, CRL, a Fundação Maria Antónia Barreiro, os Álamos, Associação Juvenil (Lisboa) e o Rampa Clube (Porto) – em colaboração com a comunidade local cabo-verdiana através do Centro de Intervenção Comunitária de Fonton.

A estratégia de intervenção abrange três pilares fundamentais do desenvolvimento social: educação e formação, saúde e ambiente.

Seleção e formação de Voluntárias

Cerca de 200 inscrições foram recebidas através do site do Projeto Cabo Verde 2018  De março a junho, decorreu o processo de seleção e formação das 60 participantes provenientes de todo o país. As ações de formação tiveram lugar nas cidades de Braga, Porto, Coimbra e Lisboa.

Iniciativas de angariação de fundos

Simultaneamente, foram lançadas diversas iniciativas de angariação de donativos em dinheiro e géneros de modo a suportar as despesas do Projeto e a suscitar a solidariedade com a população-alvo. Destacamos as campanhas “Mochilas Solidárias” e “Famílias ajudam Famílias” que conseguiram mobilizar famílias e escolas de todo o país com o objetivo, respetivamente, de dotar crianças caboverdianas com material escolar básico e oferecer cabazes de alimentos.

Intervenção no terreno

A intervenção no terreno, em 2018, efetivou-se de 18 de julho a 22 de agosto e decorreu no bairro do Fonton, na cidade da Praia, envolvendo nas ações de voluntariado 60 estudantes do ensino superior e jovens profissionais.

Os objetivos globais e específicos do Projeto pretenderam dar um contributo para fazer dos beneficiários os protagonistas do seu próprio desenvolvimento e, complementarmente, apostar na formação das voluntárias, valorizando a iniciativa de cada uma e proporcionando uma oportunidade de treinar, ganhar e aperfeiçoar competências.

Summer School em Filosofia Social e Política – Caramulo – Tondela

Summer School em Filosofia Social e Política – Caramulo – Tondela

Numa estratégia de continuidade e tendo como objetivo iniciar os participantes em áreas como as bases antropológicas e metafísicas da Polis e das sociedades humanas fundamentais, realizou-se esta Summer School em Filosofia Social e Política, dirigida a jovens estudantes do ensino superior, na vila do Caramulo – Tondela, durante o mês de agosto, com a duração de 35 horas, sob a orientação da formadora Dra. Marta Lynce de Faria.

Campos de Trabalho CORTA FOGO SOLIDÁRIO

Campos de Trabalho CORTA FOGO SOLIDÁRIO

No âmbito do Corta Fogo Solidário, para além do socorro monetário e em espécie às vítimas identificadas, a Fundação Maria Beatriz Lopes da Cunha propôs-se fomentar a realização de campos de trabalho voluntário nas zonas afetadas, por parte dos beneficiários do Clube Colina e de outras entidades associadas à Plataforma.

Uma forma muito concreta de prestar um apoio  de proximidade às vítimas e de proporcionar ocasiões de exercício da solidariedade e serviço aos jovens e menos jovens que pretendem estar ao lado das famílias atingidas pelo fogo.


Campos de Trabalho na freguesia de Serpins – Lousã

23 de novembro 2017

Com o apoio do  Presidente da Junta de Freguesia de Serpins, Sr. João Pereira, do chefe do Agrupamento de Escuteiros,  o Sr. Carlos,  e com o Eng. Florestal Marco, foi identificada a Vila de Serpins como ponto de desenvolvimento de ações de voluntariado.

Um grupo de alunas do 9º ano de escolaridade do Colégio Mira Rio, em Lisboa, iniciou um projeto de voluntariado prestando uma manhã de animação no Centro de Dia local, sob a Direção Técnica da Dr.ª Helena Vidal.

Durante a tarde, desenvolveram trabalho orientado pela Junta de Freguesia no armazém de recolha dos bens doados para as vítimas dos incêndios.

7 a 10 de dezembro de 2017

Do Clube dos Arcos, de Coimbra, vieram 10 voluntárias com o objetivo de pintar muros na freguesia, apagando assim alguns estragos e memórias dos incêndios. Iniciaram os trabalhos no dia 8, após a Missa matinal. Um funcionário da Junta de Freguesia ensinou-as a preparar as tintas e a utilizar trinchas e pincéis. A inexperiência notou-se rapidamente na tinta que apareceu nas caras, na roupa e nos cabelos. Um muro ficou pintado durante a manhã e à tarde um outro, ainda mais alto e comprido.

Durante o trabalho, os transeuntes iam-se aproximando e conversando: contaram histórias dos dias dos incêndios, agradeciam aquele trabalho. Houve quem trouxesse chocolates para as jovens pintoras.

No final, uma das voluntárias testemunhou: “Como sempre, quem pensa que vem dar recebe muito mais. A paisagem aqui é desoladora: tudo está cinzento, preto, queimado, estragado, destruído. Pintámos cerca de 80 metros de muro. E rematou em jeito de conclusão: “Que é isso em todas as aldeias e vilas que foram afetadas? Muito pouco… mas tenho consciência que a entrega do tempo, das dores nos braços e nas mãos, do frio, das circunstâncias menos cómodas valeram muito a pena”.

3 a 6 de julho de 2018

Vinte estudantes do ensino secundário do Clube dos Arcos de Coimbra voltaram a Serpins, nas suas férias de verão, para realizarem atividades de voluntariado junto dos utentes (crianças e idosos) do Centro Paroquial de Solidariedade Social da Freguesia de Serpins, nas valências de creche, CATL, Centro de Dia e Apoio Domiciliário.

21 a 27 de julho de 2018

Um grupo de dez jovens do Clube das Areias do Estoril efetuaram atividades de animação junto das crianças da localidade.


Campo de Trabalho na freguesia de Espinho – Mangualde
17 a 20 de dezembro de 2017

16 estudantes do Ensino Secundário e Universitário que frequentam o Clube Colina (Braga) aproveitaram as suas férias e dedicaram o seu tempo a outros projetos de solidariedade: participar numa ação de voluntariado com o objetivo de reflorestar um terreno baldio da freguesia de Espinho com 2.500 árvores e visitar as vítimas dos incêndios.

O Clube Colina associou-se à iniciativa Terra de Esperança, promovida pela ANEFA e pela GALP, para obter as árvores necessárias e angariou donativos de ferramentas (enxadas, luvas, etc) para o efeito. Este material foi depois doado a agricultores afetados pelo fogo da zona de Tondela.

O presidente da Junta de Freguesia de Espinho reconheceu a importância do trabalho de todos os voluntários num pequeno ato no local. Esta ação de voluntariado foi registada em reportagens da SIC e do Porto Canal, no dia 19 de Dezembro.


Campo Trabalho na freguesia de Alvoco das Várzeas – Oliveira do Hospital
18 a 20 de Dezembro de 2017

Em Oliveira do Hospital, freguesia de Alvoco das Várzeas, 9 estudantes do  Rampa Clube (Porto) participaram num programa de voluntariado que incluía a limpeza de valetas das estradas e a visita a idosos.


Campos de Trabalho em Seia e Viseu
16 a 20 de dezembro de 2017

À cidade de Viseu e com o apoio logístico do Clube do Moinho, chegou um grupo de estudantes do 3º ciclo do Ensino Básico do Clube 7+ (Lisboa) que, com a colaboração da Caritas Diocesana de Viseu, se ocupou da separação de bens doados ao centro local.

Por sua vez, 9 voluntárias da Residência da Rotunda (Porto), para além de fazer trabalho voluntário na preparação da Feira de Natal da Caritas de Viseu, dirigiram-se a S. Romão – Seia onde, na Casa de Santa Isabel, realizaram ações limpeza e recolha de folhas de nogueiras, apanha de medronhos e plantação de medronheiros juntamente com os utentes desta instituição de apoio a pessoas com necessidades especiais.