Construção de um centro de atividades culturais em Braga

Construção de um centro de atividades culturais em Braga
 
A Construção começou!

A 22 de janeiro de 1018, a empresa QT Civil – Engenharia e Reabilitação S. A. iniciou oficialmente a construção do “Colina – Centro Cultural e Residência”. A sua conclusão deverá ocorrer dentro de 14 meses.

construção

 

O Projeto “Colina – Centro Cultural e Residência”

Os projetos de arquitetura do edifício, da autoria do Arq. António Jorge Fontes, foram aprovados pela Câmara Municipal de Braga a 6 de outubro de 2015, com a denominação “Colina – Centro Cultural e Residência”. Os projetos de especialidades foram entregues a 28 de dezembro de 2015 e aprovados em 22 de agosto de 2016. Prepararam-se entretanto os cadernos de encargos que receberam aprovação em março de 2017. Foram efetuados convites à apresentação de propostas para adjudicação da obra a 13 empresas de construção civil.

A 29 de setembro de 2017, foi celebrado o contrato de empreitada do “Colina – Centro Cultural e Residência” e, a 2 de outubro, apresentado o requerimento de alvará de construção junto da Câmara Municipal de Braga, sendo este aprovado a 12 de dezembro.

Em Gualtar, a poucos minutos do Campus da Universidade do Minho

Parte do património da Fundação Maria Beatriz Lopes da Cunha consiste num prédio misto situado no Lugar de Barros, Gualtar, em Braga, cidade com forte influência universitária no norte do país.

Nesse prédio, de acordo com a intenção da Fundadora, a Fundação pretende construir um edifício para instalar um centro de atividades culturais para a juventude.

Este centro terá como fim a realização de múltiplas atividades dirigidas a famílias e estudantes com o objetivo da promoção do desenvolvimento das suas potencialidades humanas e sociais, da melhoria da sua formação cultural, cívica, desportiva e artística, do sentido social do trabalho individual e comunitário, do melhor aproveitamento das suas capacidades intelectuais e manuais, do preenchimento dos tempos livres, mediante uma recreação voltada não só para o agradável, mas também para o útil. Para tanto, contará com a contribuição de personalidades ligadas à Universidade, à cultura, às artes e às ciências.

 

Campos de Trabalho CORTA FOGO SOLIDÁRIO

Campos de Trabalho CORTA FOGO SOLIDÁRIO

No âmbito do Corta Fogo Solidário, para além do socorro monetário e em espécie às vítimas identificadas, a Fundação Maria Beatriz Lopes da Cunha propôs-se fomentar a realização de campos de trabalho voluntário nas zonas afetadas, por parte dos beneficiários do Clube Colina e de outras entidades associadas à Plataforma.

Uma forma muito concreta de prestar um apoio  de proximidade às vítimas e de proporcionar ocasiões de exercício da solidariedade e serviço aos jovens e menos jovens que pretendem estar ao lado das famílias atingidas pelo fogo.

 

 


Durante as férias de verão de 2018, estão previstos diversos Campos de Trabalho em zonas afetadas pelos incêndios, nomeadamente:

  • Freguesia de Serpins – Lousã
  • Freguesia de Mouraz – Tondela
  • Freguesia de Alvoco das Várzeas – Oliveira do Hospital

Campos de Trabalho na freguesia de Serpins – Lousã
23 de novembro 2017

Com o apoio do  Presidente da Junta de Freguesia de Serpins, Sr. João Pereira, do chefe do Agrupamento de Escuteiros,  o Sr. Carlos,  e com o Eng. Florestal Marco, foi identificada a Vila de Serpins como ponto de desenvolvimento de ações de voluntariado.

Um grupo de alunas do 9º ano de escolaridade do Colégio Mira Rio, em Lisboa, iniciou um projeto de voluntariado prestando uma manhã de animação no Centro de Dia local, sob a Direção Técnica da Dr.ª Helena Vidal.

Durante a tarde, desenvolveram trabalho orientado pela Junta de Freguesia no armazém de recolha dos bens doados para as vítimas dos incêndios.

 

7 a 10 de dezembro de 2017

Do Clube dos Arcos, de Coimbra, vieram 10 voluntárias com o objetivo de pintar muros na freguesia, apagando assim alguns estragos e memórias dos incêndios. Iniciaram os trabalhos no dia 8, após a Missa matinal. Um funcionário da Junta de Freguesia ensinou-as a preparar as tintas e a utilizar trinchas e pincéis. A inexperiência notou-se rapidamente na tinta que apareceu nas caras, na roupa e nos cabelos. Um muro ficou pintado durante a manhã e à tarde um outro, ainda mais alto e comprido.

Durante o trabalho, os transeuntes iam-se aproximando e conversando: contaram histórias dos dias dos incêndios, agradeciam aquele trabalho. Houve quem trouxesse chocolates para as jovens pintoras.

No final, uma das voluntárias testemunhou: “Como sempre, quem pensa que vem dar recebe muito mais. A paisagem aqui é desoladora: tudo está cinzento, preto, queimado, estragado, destruído. Pintámos cerca de 80 metros de muro. E rematou em jeito de conclusão: “Que é isso em todas as aldeias e vilas que foram afetadas? Muito pouco… mas tenho consciência que a entrega do tempo, das dores nos braços e nas mãos, do frio, das circunstâncias menos cómodas valeram muito a pena”.

Jornal “Trevim” 7/12/17
Jornal “A Voz de Serpins”
16 a 20 de Dezembro de 2017

No fim de semana prévio ao Natal, foi a vez de 10 associadas do Clube Monte Alegre (Montemor-o-Novo). Terminaram os trabalhos de pintura e remodelação e ajudaram os idosos na organização da sua festa de Natal.


Campo de Trabalho na freguesia de Espinho – Mangualde
17 a 20 de dezembro de 2017

16 estudantes do Ensino Secundário e Universitário que frequentam o Clube Colina (Braga) aproveitaram as suas férias e dedicaram o seu tempo a outros projetos de solidariedade: participar numa ação de voluntariado com o objetivo de reflorestar um terreno baldio da freguesia de Espinho com 2.500 árvores e visitar as vítimas dos incêndios.

O Clube Colina associou-se à iniciativa Terra de Esperança, promovida pela ANEFA e pela GALP, para obter as árvores necessárias e angariou donativos de ferramentas (enxadas, luvas, etc) para o efeito. Este material foi depois doado a agricultores afetados pelo fogo da zona de Tondela.

O presidente da Junta de Freguesia de Espinho reconheceu a importância do trabalho de todos os voluntários num pequeno ato no local. Esta ação de voluntariado foi registada em reportagens da SIC e do Porto Canal, no dia 19 de Dezembro.


Campo Trabalho na freguesia de Alvoco das Várzeas – Oliveira do Hospital
18 a 20 de Dezembro de 2017

Em Oliveira do Hospital, freguesia de Alvoco das Várzeas, 9 estudantes do  Rampa Clube (Porto) participaram num programa de voluntariado que incluía a limpeza de valetas das estradas e a visita a idosos.

 

 

 

 


Campos de Trabalho em Seia e Viseu
16 a 20 de dezembro de 2017

À cidade de Viseu e com o apoio logístico do Clube do Moinho, chegou um grupo de estudantes do 3º ciclo do Ensino Básico do Clube 7+ (Lisboa) que, com a colaboração da Caritas Diocesana de Viseu, se ocupou da separação de bens doados ao centro local.

Por sua vez, 9 voluntárias da Residência da Rotunda (Porto), para além de fazer trabalho voluntário na preparação da Feira de Natal da Caritas de Viseu, dirigiram-se a S. Romão – Seia onde, na Casa de Santa Isabel, realizaram ações limpeza e recolha de folhas de nogueiras, apanha de medronhos e plantação de medronheiros juntamente com os utentes desta instituição de apoio a pessoas com necessidades especiais.

 

CORTA FOGO SOLIDÁRIO – Apoios às Vítimas

CORTA FOGO SOLIDÁRIO – Apoios às Vítimas

O objetivo da Plataforma criada pela Fundação Maria Beatriz Lopes da Cunha  é contribuir para que as vítimas dos incêndios voltem o mais depressa possível ao estilo de vida que tinham anteriormente.

O projeto da FMBLC destina-se a procurar bens duráveis, essenciais para a vida de qualquer família e ajudar no investimento necessário para que as pessoas voltem às suas casas e trabalhos.

 

 


Pedidos recebidos e a satisfazer

 

 

 

 

 

 

 

Nota: Os produtos farmacêuticos serão encomendados à farmácia local, de acordo com a prescrição médica, e enviados ao doente.

A Plataforma Corta Fogo Solidário só poderá atender estes e outros pedidos à medida que forem referenciados no terreno, encaminhadas as situações e que sejam recebidos os donativos e bens necessários. Todas as ajudas são bem vindas. Bem hajam!


Apoio a Apicultores de Tondela

Entre as vítimas dos incêndios estão também muitos animais e seus proprietários. As abelhas sobreviventes nos vários apiários, durante os próximos seis meses, não terão flores suficientes para se alimentarem e produzirem mel. A solução para para este problema é fornecer-lhes melaço. Um quilo de açúcar misturado com água significa dois litros de substrato.  500 colmeias precisarão de 2,8 toneladas de açúcar.

Por essa razão, foi iniciada uma campanha de recolha e distribuição imediata de açúcar pelos apicultores referenciados no concelho de Tondela.

 

 
Testemunhos:

Missão cumprida☺
Os 100kg de açúcar que recolhemos no consultório viajaram domingo até Aguiar da Beira onde me encontrei com as minhas amigas, promotoras da iniciativa. Foram entregues ao sr. A. M., apicultor de Borralhal, Tondela, para que as suas colmeias sobrevivam ao inverno na paisagem negra e queimada que nos entristeceu ver…foi com olhos marejados de lágrimas que o sr. A.M. nos contou como tantas colmeias arderam nos fogos e como até agora nenhuma ajuda chegou à grande parte dos apicultores. É preciso ajudar no terreno, diretamente a quem necessita…
Deixo-vos as fotos e o meu obrigada especial a todos vós que me ajudaram nesta recolha . Hoje voltei de ❤ cheio. Bem hajam meus amigos.

 I. M. (Seixal)

Boa Tarde

Recebi com todo o carinho e gratidão a vossa dádiva, pois sem ela muitas colmeias não iam sobreviver.

Sou um apicultor que tinha aproximadamente 700 colmeias. No espaço de poucas horas, arderam 570 colmeias , barracões, armazém e muitas outras coisas. Ficou a nossa casa e toda a minha família, que é o bem mais importante que temos na vida. Toda esta situação quase nos levou ao desespero, pois é um negócio de família e para uma vida. Tivemos semanas muito difíceis, quase nos levou a desistir do sonho.  

Mas as ajudas individuais anónimas começaram a chegar. Nesse momento a poeira começou a baixar. Ao sentir essa onda de solidariedade, não podíamos ir abaixo. Estavam do outro lado amigos que lutavam para que isso não acontecesse.

Quero agradecer do fundo do nosso coração ao movimento “Corta Fogo Solidário” da Fundação Maria Beatriz Lopes da Cunha. Um bem haja a todos os professores, funcionários e pais que fizeram com que esta grande ajuda fosse uma realidade. Guardo os maiores agradecimentos para todos os meninos e meninas da Fundação*, pois foram eles com a sua vontade e querer, ternura e bondade e ensinamentos de ajudar os outros que levaram este projeto para a frente. Para estes meus grandes heróis, um beijo do tamanho do mundo e tudo de bom para todos. 

Amigos, um grande abraço e muito obrigados. 

Atentamente,

V. P. (Tondela)                                                                         

                                                                                            (*Colégio Horizonte)


Nota:  Recebemos informação que o Grupo RAR disponibilizou ajuda, através da oferta de 20 toneladas de melaço, para este mesmo fim. Este apoio está a ser centralizado e coordenado entre a FNAP e as associações de apicultores a quem estes poderão recorrer.


“O Verdadeiro Diálogo Derruba Muros”

 

“O diálogo derruba os muros das divisões e incompreensões; cria pontes de comunicação e não permite que alguém se isole”

(Papa Francisco, audiência de 22/10/2016).

 

Refletir sobre as condições, os caminhos, e as possibilidades concretas para o diálogo  no atual contexto de diversidade foi o objetivo de dois encontros, um em Sintra e outro em Arcozelo, V. N. Gaia, que incluíram conferências, palestras e workshops.

A Fundação Maria Beatriz Lopes da Cunha apoiou estas duas ações de formação com a duração de dois dias, dirigidas a um público-alvo adulto, com cerca de 60 participantes. Alexandra Chumbo, Conceição Zagalo, Fátima Carioca, Graça Franco, Pedro Gil, João Franco Reis, Teresa Sarmento, Manuela Gomes e Rita Lobo Xavier foram alguns dos oradores.

Apoio ao Incontro Romano 2017 – “ Modelando um Mundo mais Acolhedor”

Apoio ao Incontro Romano 2017 – “ Modelando um Mundo mais Acolhedor”

 

A Fundação Maria Beatriz Lopes da Cunha apoiou a participação portuguesa no Forum Internacional Incontro Romano 2017, em Roma.

 

O Incontro Romano

Desde 1990, são mais de 6000 os participantes, procedentes de 60 países, que ao longo destes anos se têm reunido, durante a Semana Santa, no Forum Internacional Incontro Romano partilhando estudos, experiências criativas, iniciativas e projetos relacionados com um tema geral, atual e aberto.

O Incontro Romano é uma iniciativa que cria espaços de reflexão e promove ações que centralizem a atenção na pessoa humana, fomentem a investigação interdisciplinar, a capacitação com excelência e respondam ao desafio urgente de proteger e melhorar a nossa “casa comum”.

“Modelando um Mundo mais Acolhedor”

Em 2017, o tema Modelando um Mundo mais Acolhedorprocurou responder ao desafio: “A cultura do acolhimento e da solidariedade, segundo a qual ninguém pode ser considerado inútil, deslocado ou descartável”. (Cfr. Mensajem do Papa Francisco para a Jornada Mundial do Emigrante e do Refugiado, 2015).

Nas circunstâncias atuais de mobilidade por razões de trabalho, estudo, migração, perseguição, é urgente despertar uma atitude interior de acolhimento que todo o ser humano possui, e em particular a mulher. Cada pessoa deveria sentir o mundo como a sua casa pelo trato, pela atenção, pelo cuidado. Todos somos responsáveis pelos outros, pelo ambiente humano e acolhedor em que habitamos. O mundo será acolhedor, se cada um é acolhedor. Quando se fomenta a amabilidade, a magnanimidade, a hospitalidade traduz-se em mensagens não verbais que traduzem um profundo respeito, um sentido de responsabilidade pelo outro.

 

A participação portuguesa

Este ano, Portugal contou com uma representação de onze participantes provenientes do Porto (Residência de Estudantes  Rotunda), Lisboa (Residência de Estudantes Laranjeiras) e Montemor-o-Novo coordenada pela formadora Maria Teresa Damásio.

O grupo português obteve o primeiro prémio nas equipas de Criação e Criatividade com a apresentação de um Porto de Honra acompanhado de aperitivos em formato de barcos rabelos.

Apoio ao PROJETO THE ART OF LIVING

Apoio ao PROJETO THE ART OF LIVING

 

A Fundação Maria Beatriz Lopes da Cunha decidiu apoiar a edição 2017 da competição juvenil do PROJETO THE ART OF LIVING promovido pelos seguintes clubes juvenis: Clube Monte Alegre (Montemor-o-Novo), Clube Campo Alegre (Galegos – Penafiel), Clube 7+ (Lisboa), Clube Rotunda (Porto) e coordenado pela formadora Maria Cláudia Ghira Campo Viana.

 

O Projeto The Art of Living

O PROJETO THE ART OF LIVING consiste numa competição anual e nacional entre equipas de jovens a partir dos 13 anos, cujo tema de fundo visa redescobrir e valorizar as necessidades elementares da pessoa: a alimentação, o vestuário, a saúde e a beleza, através do amor à arte e com arte, dedicação e carinho.

O PROJETO THE ART OF LIVING oferece a possibilidade de adquirir competências para influir na sociedade e na família. Servir as pessoas nos seus cuidados mais básicos requer amor e arte, dedicação e serviço.

A dimensão de dar gratuitamente pode estar presente em cada ação ou em cada profissão: sente-se na amabilidade, no cuidado atento, na atitude de serviço, num “algo mais” que se dá elevado à categoria de arte. E cada pessoa, por ser única e irrepetível, tem direito a esse “algo mais”, a esse toque de humanidade que é oferecer parte da minha vida através do serviço.

 

Funcionamento do Projeto The Art of Living

As equipas de concorrentes preparam-se ao longo do ano para ensaio / pesquisa / aprendizagem da matéria sobre a qual irão fazer o trabalho final. São acompanhadas por uma monitora qualificada pelo THE ART OF LIVING, garantindo assim uma educação personalizada. A competição anual, a ter lugar no segundo trimestre, diante de um júri, é apenas o coroamento do esforço dos meses de trabalho e formação.

As áreas de trabalho propostas pelo PROJETO THE ART OF LIVING são: Casa e Decoração; Cozinha e Doçaria; Moda; Organização de Eventos e Saúde.

 

Projeto The Art of Living Portugal 2017

Inspirado numa iniciativa congénere realizada nos EUA, no Reino Unido, Irlanda e Itália, em Portugal, este concurso vai na sua 7ª edição e, em 2017, as sessões finais realizaram-se em:

1ª sessão – de 27 e 28 de fevereiro, em Montemor-o-Novo, para jovens do 7º e 8º anos de escolaridade.

2ª sessão –  de 4 a 6 de abril, em Miramar, para jovens do 9º, 10º e 11º anos de escolaridade.

Participaram na 1ª sessão dezasseis jovens e quatro monitoras e, na 2ª sessão, dezoito jovens e seis monitoras.

 

Provas a concurso no THE ART OF LIVING 2017:

  1. Recriar uma receita com os ingredientes que aparecem no cesto – Equipa Vencedora: Clube Monte Alegre
  2. Dar uma aula prática de pastelaria – Equipa Vencedora: Clube 7+
  3. Dar uma aula prática de Etiqueta e Boas Maneiras – Equipa Vencedora: Clube Campo Alegre
  4. Decorar uma mesa de festa de aniversário para crianças – Equipa Vencedora: Clube Rotunda

O programa de ambas as sessões foi ainda preenchido com colóquios, visitas e outras atividades culturais.

Apoio ao espetáculo “FÁTIMA – O DIA EM QUE O SOL BAILOU” – Viseu

Apoio ao espetáculo “FÁTIMA – O DIA EM QUE O SOL BAILOU” – Viseu

 

No âmbito das comemorações do Dia Internacional da Família e do Centenário das Aparições, a Fundação Maria Beatriz Lopes da Cunha decidiu apoiar, em parceria com a Diocese, o Município de Viseu e a EDP, o espetáculo multidisciplinar produzido pela Vortice Dance CompanyFÁTIMA – O DIA EM QUE O SOL BAILOU– realizado no Pavilhão Multiusos de Viseu, em três sessões, respetivamente:

  • 20 de maio, sábado, às 16.00h
  • 21 de maio, domingo, às 15.00h e às 17.30h .

 

 

Assinado por Cláudia Martins e Rafael Carriço, o espetáculo evoca a presença de Nossa Senhora “vestida toda de branco, mais brilhante que o sol” diante das três crianças, Lúcia, Jacinta e Francisco. O paralelismo entre o momento da aparição e o tempo presente é estabelecido pela fusão de disciplinas artísticas como dança, vídeo, video mapping e cenografia 3D.

A partir dos eventos de 1917, e pela combinação de diferentes artes, faz-se um retrato deste acontecimento que da Cova da Iria marcou o século XX e toda a História Mundial Contemporânea. A universalidade da mensagem de Fátima é marcada pela participação de artistas de diferentes nacionalidades, maioritariamente jovens, acentuando a sua relevância e necessidade de transmissão de geração em geração.

O público pôde  assim usufruir de um espectáculo de qualidade e pouco comum, a troco de módica contribuição, atraindo milhares de espectadores, numa média de mil participantes por sessão.

“A Alegria de Construirmos uma Família Feliz” – Rosa Pich e José Maria Postigo

“A Alegria de Construirmos uma Família Feliz” – Rosa Pich e José Maria Postigo

conferencias-rosa-pich-2016De 10 a 12 de novembro de 2016, nas cidades de Almada, Lisboa, Porto e Braga, a Fundação Maria Beatriz Lopes da Cunha, em parceria com a Associação Portuguesa de Famílias Numerosas, promoveu a conferência para pais e educadores “A Alegria de construirmos uma Família Feliz”, em que foram oradores Rosa Pich e José Maria Postigo.

­

Rosa Pich-Aguilera Roca, mãe de 18 filhos, trabalhadora a tempo parcial e autora do livro «Como ser feliz com 1, 2, 3… filhos?» (Paulinas, 2014), revela neste testemunho real a sua feliz e extraordinária aventura no seio da maior família com crianças e adolescentes escolarizados de Espanha e, possivelmente, da Europa.

1507-1

A obra «Como ser feliz com 1, 2, 3… filhos?» versa temas simples e complexos, comuns a todas as famílias com crianças, como a hora da refeição, a escolha da escola, as discussões com o marido, premiar e castigar, conciliar estudo e lazer, gerir o orçamento, amor e sexo, desporto, religião, morte, férias e logística.