Os Centros Culturais, cada ano, preparam um conjunto de atividades de Verão para a juventude com grande variedade: desporto, artes, culinária, visitas culturais, voluntariado… com o objetivo de oferecer experiências culturais variadas e fomentar amizades reais e significativas.
Estamos todos numa viagem de descoberta de quem somos: os nossos talentos, o nosso tempo, o nosso Mundo. E se encarássemos a vida como um DOM gratuito?
Um Dom que inspire uma resposta: gratidão, perdão, serviço, justiça, solidariedade e cuidado da nossa casa comum. Em última instância, só nos encontraremos a nós mesmos quando nos dermos aos outros.
A violência política aumenta. A guerra prolifera. A nossa cultura virtual y tecnológica torna cada vez mais difícil encontrar espaços de encontro real. A solidão, a ansiedade e as relações fraturadas são o resultado. Ao analisar estas crises, chegamos ao mesmo diagnóstico: as pessoas deixaram de conversar. Como mudaria o nosso mundo se voltássemos a aprender a dialogar?
Deixamos aqui os recursos recomendados para estudo e reflexão:
O Dá o Clique nasceu em 2021 com a missão de combater a pornografia online, divulgando informação sobre os efeitos nefastos do consumo de pornografia, disponibilizando recursos e ajuda terapêutica profissional para ajudar a preveni-lo. Trata-se de um projeto independente, sem fins lucrativos e sem qualquer conotação política ou religiosa, que a Fundação Maria Beatriz Lopes da Cunha decidiu apoiar.
A equipa responsável procura ainda reunir com os partidos com assento parlamentar com o objetivo de consciencializar os deputados para o problema que a pornografia online representa (em especial para os mais jovens) e para as importantes medidas que muitos países têm vindo a adotar para regular o ciberespaço e o acesso a estes conteúdos.
Investigação e inquéritos próprios. Recolha de dados em primeira mão em escolas através de questionários presenciais e online de forma a garantir que os dados são fidedignos, depois de tratados e analisados.
Divulgação dos estudos e dados científicos. Utilização das melhores fontes, quase todas em língua inglesa, de forma a garantir o rigor da informação.
Relatos pessoais. Escuta de testemunhos relacionados com o impacto negativo da pornografia. Não é possível mudar uma cultura e uma maneira de pensar sem ouvir aqueles que realmente viveram esta situação de perto.
Recuperação
Disponibilização de recursos e aconselhamento online. Disponibilização de alternativas, para afirmar que a pornografia não é a solução a um problema e que é possível viver sem ela. Acesso a terapia profissional, online e presencial, graças a uma equipa de psicólogos e sexólogos.
Apoio de grupos e comunidades. É necessária uma resposta profissional, mas é imprescindível o acompanhamento na maioria dos casos.
Prevenção
Sessões, em centros educativos para adolescentes e respetivos pais e encarregados de educação.
Cursos para profissionais de saúde mental e educadores.
Colaborações com meios de comunicação social para falar abertamente da influência real que a pornografia tem na vida de adolescentes e adultos.
A inauguração da nova sede do Colina – Clube Juvenil e Centro Culturalem Gualtar, Braga, o projeto cultural mais relevante, até hoje, da Fundação Maria Beatriz Lopes da Cunha, em resposta a vontade expressa pela sua Fundadora, teve lugar no dia 14 de maio de 2022 com um dia de portas abertas às famílias, autoridades e a toda a comunidade envolvente.
Durante o dia, foi possível efetuar uma visita guiada às instalações e ao Clube Juvenil em atividade, apreciar um vídeo e um friso cronológico sobre a história do Clube, com as datas e fotografias dos acontecimentos mais significativos ao longo dos quase 50 anos de vida do Colina, em Braga.
Pelas 18.00h, foi a vez de receber a visita do Senhor Arcebispo Primaz de Braga, Dom José Cordeiro, o qual presidiu à sagração do altar do Oratório do Centro Cultural e concelebrou a Eucaristia com Mons. José Rafael Espírito Santo, vigário regional da Prelatura do Opus Dei.
D, José Cordeiro conversa com associadas do Clube Colina
Estiveram presentes, em representação dos órgãos sociais da Fundação Maria Beatriz Lopes da Cunha, a Dra. Maria do Céu Baptista Lopes, a Dra. Maria Lucília Salgado Baptista Vieira Martins, a Dra. Marta Isabel Maia Torres de Oliveira, a Dra. Maria Lúcia Quental de Aguiar e a Dra. Maria Alexandrina Coutinho Portela Cabral de Almeida; a Direção do Colina – Clube Juvenil e Centro Cultural: Dra. Susana Segura Padros, Eng. Maria Freitas do Amaral, Dra. Teresa Tato e Eng. Carla Carvalho e Ana Azevedo; o arquiteto António José Cerejeira Fontes e o Eng. João Miguel da Costa Almeida e Silva; as associadas, monitoras e suas famílias, antigas e atuais, outros colaboradores e individualidades.
De facto, o Clube Colina tem exercido a sua atividade desde 1974 e influenciado várias gerações da cidade de Braga e da região do Minho.
Registo fotográfico
Friso Cronológico da atividade do Clube Colina em Braga
Colina – Clube Juvenil e Centro Cultural Sede: Rua da Igreja Nova, 81, Gualtar
Em Gualtar, a poucos minutos do Campus da Universidade do Minho
Parte do património da Fundação Maria Beatriz Lopes da Cunha consiste num prédio misto, doado pela Fundadora, Dra. Maria Beatriz Lopes da Cunha, situado na Rua da Igreja Nova, 81, em Gualtar, Braga, cidade com forte influência universitária no norte do país.
Nesse prédio, de acordo com a intenção da Fundadora, a Fundação iniciou, no ano de 2015, a construção de um edifício para instalar um centro de atividades culturais para a juventude, processo que se convencionou designar por “Projeto Colina – Construção e Implementação do Centro Cultural e Residência”.
O Living Lab da Fundação em Braga
Desde sempre foi preocupação da Fundação Maria Beatriz Lopes da Cunha que a infraestrutura a construir em Braga, bem como todas as que futuramente se vierem a edificar, tivessem uma clara e elevada taxa de utilização tirando partido de todas as valências oferecidas de uma forma permanente. O objetivo será que todas as unidades ou valências da Fundação sejam montras vivas – Living Labs – dos seus projetos, implementações reais dos conceitos de sustentabilidade para a Família, realizações animadas pela Juventude e o Serviço, onde se aplica a metodologia da Educação Personalizada.
Este centro, atualmente designado como Colina – Clube Juvenil e Centro Cultural, tem como fim a operacionalização das atividades da Fundação em Braga, nomeadamente a realização de múltiplas ações relacionadas com os seus eixos estratégicos, dirigidas a famílias e estudantes e com os seguintes objetivos:
a promoção do desenvolvimento das suas potencialidades humanas e sociais;
a melhoria da sua formação cultural, cívica, desportiva e artística;
o sentido social do trabalho individual e comunitário;
o melhor aproveitamento das suas capacidades intelectuais e manuais;
o preenchimento dos tempos livres, mediante uma recreação voltada não só para o agradável, mas também para o útil.
Para tanto, conta com a contribuição de personalidades ligadas à Universidade, à cultura, às artes e às ciências, procurando identificar o maior número possível de instituições e projetos de relevo de modo a estabelecer parcerias..
O Projeto Colina – Construção e Implementação do Centro Cultural e Residência
Os projetos de arquitetura do edifício, da autoria do Arq. António Jorge Fontes, foram aprovados pela Câmara Municipal de Braga a 6 de outubro de 2015, com a denominação “Colina – Centro Cultural e Residência”. Os projetos de especialidades foram entregues a 28 de dezembro de 2015 e aprovados em 22 de agosto de 2016. Prepararam-se entretanto os cadernos de encargos que receberam aprovação em março de 2017. Foram efetuados convites à apresentação de propostas para adjudicação da obra a 13 empresas de construção civil.
A 29 de setembro de 2017, foi celebrado o contrato de empreitada do “Colina – Centro Cultural e Residência” e, a 2 de outubro, apresentado o requerimento de alvará de construção junto da Câmara Municipal de Braga, sendo este aprovado a 12 de dezembro.
A 22 de janeiro de 2018, a empresa QT Civil – Engenharia e Reabilitação S. A. iniciou oficialmente a construção do “Colina – Centro Cultural e Residência” cujos trabalhos, instalação e decoração foram concluídos no final do ano de 2020.
O Colina – Clube Juvenil e Centro Cultural reconhece e acolhe a experiência de atividade cultural desenvolvida com a juventude pelo Clube Colina, que deu os seus primeiros passos em Braga, nos anos 70 do século XX, na Rua de S. Sebastião, nº 69 e, a partir de 1991, nas instalações da Rua de S. Gonçalo, nº 47.
No edifício construído na Rua da Igreja Nova , 81 – Gualtar, os recursos físicos disponíveis abrem novas potencialidades para o exercício da sua missão.
O Colina – Clube Juvenil e Centro Cultural (www.colina.pt)é dinamizado por uma equipa multidisciplinar que procura promover a contribuição ativa de todos os colaboradores e participantes nas suas atividades, de modo a que, com iniciativa, espírito de serviço e responsabilidade, sejam atores de melhoria e intervenção social.
O Clube Colina: Identidade e Estratégia
O Clube Colina (www.colina.pt), na sua vertente de Clube Juvenil, é um centro de atividades extracurriculares, cuja Missão é colaborar com os pais na tarefa educativa, complementando o papel da família e da escola. Os tempos livres têm uma notável transcendência educativa, pelo que se constituem como parte da construção de um projeto educativo familiar.
Tendo como Visão“Formar o Futuro”, o objetivo do Clube Colina consiste em dar ferramentas para que as associadas desenvolvam personalidades fortes e equilibradas, como estudantes responsáveis, profissionais competentes, e que percebam o seu papel insubstituível na família e na sociedade.
Prioridade da família e das relações interpessoais
No Clube Colina, tendo como foco a Formação da Personalidade de cada Associada, procura-se estimular as potencialidades e aptidões de cada uma, num processo de auto crescimento. Cada jovem recebe um acompanhamento personalizado de acordo com as suas necessidades, num ambiente de amizade e confiança recíprocas, sem qualquer discriminação por motivos sociais, raciais, políticos, religiosos ou outros. Valorizam-se as atividades associadas à cidadania e ao voluntariado e fomenta-se uma atitude proativa na resolução dos problemas da sociedade.
O “TAKE OFF” é um programa inovador de desenvolvimento de competências críticas (autorregulação, pensamento criativo, comunicação, resolução de problemas, resiliência) para o futuro da Geração Z – jovens dos 14 aos 18 anos de idade, coordenado pela formadora Paula Guedes.
Consiste numa viagem transformadora, em 4 etapas, que vai capacitar para pilotarem com sucesso as suas vidas (pessoal, académica e profissional), gerando impacto positivo nos outros. Integra módulos formativos (interativos e experienciais), mentoring e intervenções dos participantes no terreno (ações individuais ou em equipa, geradoras de uma mudança positiva).
+BeMore é um programa personalizado dirigido a jovens estudantes que visa melhorar o seu rendimento académico compatibilizando competências que facilitem a integração no mundo profissional.
A Fundação Maria Beatriz Lopes da Cunha, no âmbito dos seus eixos estratégicos “Impacto do Serviço” e “Educação Personalizada“, recolhe a experiência dos seus parceiros e apoia a implementação do programa +BeMore.
O +BeMore oferece:
Experiências de trabalho na área da Hotelaria e Serviços numa sede +BeMore, em part-time compatível com os horários académicos; com contrato de trabalho e regime de segurança social, de acordo com a legislação em vigor.
Formação laboral, em contexto de trabalho, por monitoras credenciadas.
Programa de desenvolvimento de competências pessoais.